Fãs de Fringe que sobreviveram à explosiva season finale da 3ª temporada da série estão agora intrigados com os rumos a serem tomados na 4ª temporada, que terá seu 5º episódio exibido nos EUA no próximo dia 4 de novembro. O que será que os roteiristas tem reservado para nós? Nesse post farei um apanhado geral do que vimos nos 4 episódios iniciais dessa temporada e as expectativas pelo que virá (mais especulação que fatos, pois estou totalmente fora de spoilers de Fringe).
Como eu disse, quem assistiu o último episódio da 3ª temporada de Fringe passou o hiato se perguntando como Peter Bishop poderia ser apagado da história. E nesses 4 episódios que inciaram essa 4ª temporada pudemos ver como o mundo é diferente sem Peter. Pelo menos no que tange a Olivia e Walter, é realmente uma realidade mais triste. Temos a sensação que Olivia sempre está procurando por aquele algo a mais, como se algo lhe tivesse sido arrancado sem explicação. E Walter tem pouco a se agarrar para manter a sua sanidade, estando muito mais à beira da loucura do que estamos acostumados a ver.
A realidade também é um pouco diferente. Alguns fatos aconteceram e deixaram de acontecer. John, por exemplo, não pode ser salvo. Também descobrimos que o Broyles do outro universo está vivo e que Walter não encontrou os participantes dos testes com o cortexiphan, pelo menos nenhum além de Olivia.
Outro fato que nos foi apresentado é essa comunicação entre os dois universos. É interessante ver a falta de confiança e a hostilidade de ambos os lados, ao mesmo tempo que eles sabem que precisam do outro para consertar as coisas. Esse promete ser um plot promissor para o que está por vir. E o grande símbolo disso é o relacionamento intenso e tumultuado das duas Olivias. Parabéns à nossa amada Anna Torv pelo desafio de enfrentar a si mesma em tela.
Nessa sexta-feira Fringe terá seu quinto episódio. Vejamos a progressão dos fatos. Retornarei com mais da série e suas surpresas.
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