Começo esse comentário com um sorriso gigante nos lábios: teremos pelo menos 16 episódios nessa temporada de A Gifted Man. Obrigada a todos que torceram e esperamos que a NBC acabe encomendando uma temporada completa para essa série que é uma das coisas mais lindas que assisti nos últimos tempos. E devo dizer que esse episódio foi o mais lindo da série até agora. Lenços de papel extremamente necessários.
Michael foi colocado diante de um dilema: deveria ele salvar a pessoa que tirou a vida de Anna? Nunca pensei que os roteiristas apresentasse esse dilema para o nosso protagonista, e o modo com que eles colocaram isso, como uma reviravolta lá pelo meio do episódio, foi sensacional.
Nesse post trarei algumas reflexões baseadas nessa episódio, lembrando que as linhas seguintes contém spoilers para quem não o assistiu.
As inteirações com a Anna foram perfeitas, e o modo com que eles meio que nos remeteram a conhecer mais do que foi a vida de casados deles, tanto no início, quando ela o vê dormir e mostra o quanto o conhece, quanto na invocação que ele faz no final, usando todos aqueles objetos sobre eles. E, claro, destaque ao fato de Michael não só estar aceitando melhor o fato de ser assombrado por Anna como até está fazendo rituais, contrariando em partes seu ceticismo.
Foi bom ter apenas um caso paralelo e, como de costume, ter a conexão com o outro. A coisa da bombeira meio que não se importar com a própria vida por não ter conseguido salvar o professores veio de encontro com o dilema de Ben. E valeu pela atuação mais uma vez genial de Eric Salle.
Aliás, atuações boas não faltas. Mas uma vez quero destacar Patrick Wilson, principalmente nas cenas em que ele descobre sobre a morte da Anna e a invocação. O rosto dele disse exatamente o que precisávamos ver e trouxe as lágrimas. Não basta ser gostoso, tem que arrasar a atuação, não é?
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